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sábado, 4 de abril de 2015

És o maior Pavarotti.


Já me tinha esquecido de como era sentar-me assim no chão, envolvendo os joelhos nos braços à espera que a crise passe. Que a fase aguda da dor no peito sucumba. Se evapore. Faz me lembrar um pouco a ressaca e o álcool. Também dizemos sempre que nunca mais bebemos. Também dizemos sempre que nunca mais nos vamos apaixonar ou deixar levar por qualquer coisa dessas, ou o que quer que seja isso! Fechar os olhos e deixar as lágrimas escorrerem pela face até penetrarem nos lábios e nos oferecerem aquele gosto meio que salgado e doce?! Nem sei descrever. Sei que tem um sabor. Sei que o conheço, quando assim acontece. Eu preciso destes tempos. Destes momentos. As coisas precisam de lutos e as pessoas também.
E depois sinto que estou a alucinar!! Ponho Pavarotti de fundo. E ele e o meu amigo Sting resolvem a situação e acabo a rir que nem uma louca! Eles têm o poder de me dar colo quando preciso. Pois não há banda sonora melhor para me levar até à minha mãe, do que eles. É o som da minha infância, de férias e pequeno almoços na varanda de Sesimbra. E volto lá. E aí o colo é o preciso, é uno e reconfortante. Mesmo que imaginado. Surte o efeito desejado. As lágrimas saem em desespero, a alma fica lavada e a vida recomeça. Agora vou ver um filme e amanhã é dia de Páscoa. E, como tal, tudo se ressuscita. Estou pior. Ai nossa.

domingo, 15 de março de 2015

sábado, 10 de janeiro de 2015

E agora.

                                                   


       Esperei tanto por ti 
 E caiu um manto em mim 
 Será que te perdeste a caminhar? 
 Ou foi só para me castigar 
 E agora? 
 Será que te perdi? 
 E agora? 
 Se terminar aqui 
 O que será de mim sem ti

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Se eu não for, quem vai ter o teu melhor...




"Tens que largar a mão
P'ra eu sair de pé
Sou o teu anjo e não me vês
Na parte calma do que és

Tens que largar a mão
E sair de pé
Sou o teu anjo a procurar
A parte quente do que vês

Mas há portas por fechar
Com o chumbo a prender
É mais forte do que quero acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu quem vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei

Vais aprender a olhar quando a dor vier
Vais aprender a desvendar a parte fraca do que és
P'ra descobrir depois quando a luz voltar
Tens um jardim a procurar
Que precisa de saber
Quanto tempo vai durar
Este muro a prender
É mais forte do que queres acreditar
E se tudo vai com o vento a escorrer
Não sou eu que vai lutar agora

Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei



Se eu não for quem vai ser
Se eu não for quem vai
Ter o teu melhor
Se eu não for quem vai seguir a tua mão
E levar-te com o sol
Eu sei"

Tiago Bettencourt

sábado, 18 de janeiro de 2014

Largar.

Tenho o teu abraço cheio
Com a solidão no meio
Que não me deixa abraçar
Tenho o teu olhar presente
E o desenhar do movimento do teu corpo a chegar
Tenho o teu riso sentado
Mistério do teu lado que preciso desprender
Tenho o corpo a correr
Tenho a noite a trespassar
Tenho medo de te ver
É perigoso este perfume
E a memoria do teu nome
É do fogo que nos une
Tenho espaço indeciso
Dá-me mais porque preciso
Mais um sopro do que tens
Deixa andar
Deixa ser
Quando queres entender o que não podes disfarçar
Escolhes não sentir mas não é teu para decidir
Se faz bem ao coração
Largar o que há em vão
Faz bem ao coração
Mesmo longe caiem rosas
Como pedras preciosas
Que confundem a razão
Mistério do teu lado
Entre o certo e o errado
Bem e o mal em discussão
Volta a teu o abraço cheio com o coração no meio
Volto eu a disparar
Não percebo o que queres
Diz-me tu o que preferes
Ir embora ou ficar
Este espaço intermédio
Entre a paz e o assédio não nos deixa evoluir
Não é dor nem fogo posto
É amar sem ser suposto
É difícil resistir
Deixa andar
Deixa ser
Quando queres entender o que não podes disfarçar
Escolhes não sentir mas não é teu para decidir
Se faz bem ao coração
Largar o que há em vão
Faz bem ao coração
Meu amor esta vontade
Meu amor se é verdade
Meu amor se queres saber
Abre espaço no que é teu
Vou-te dar o que é meu
Deixa andar
Deixa ser
Faz bem ao coração
Largar o que há em vão
Faz bem ao coração x3
Tiago Bettencourt

domingo, 21 de julho de 2013

Lisboa és só Tu & Eu.

Saudades da minha Maria Lisboa, aquela Lisboa com cheiro a sardinha assada em tardes longas de Verão na esplanada da Graça. Saudades daquela Lisboa calorenta, com fachadas coloridas e com cheiro a manjerico.

sábado, 8 de dezembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

domingo, 11 de novembro de 2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

sábado, 2 de junho de 2012


Pois que a música leva-nos aonde quisermos, onde queremos voltar...
...aonde fomos felizes, aonde nos resta memória...
...onde estivémos uma noite inteira a pular, a gritar, a cantar!

O poder de um concerto pode perdurar toda a nossa vida.

O meu primeiro concerto foram os Delfins, no forte de Peniche. Tinha aí uns 8 anos. :)

O meu segundo foi no estádio de Alvalade. O antigo. Tinha 11 ou 12 anos e fui com o meu papá. Também ele nos seus fantásticos 43 ou 44 nem sei! 
(Também não quero fazer muitas conta!... O meu George Cloney lá de casa já está com um pézinho nos 60 não tarda nada.)
Bryan Adams. Bryan Adams foi o meu segundo concerto com os Quinta dos Bill a abrir com Alvalade a vibrar.... ahahahahah 
O Mr Adams vibrava uns belos 36 anos e cantava The summer of 69. Trouxe para casa um chapéu dele a dizer So far So good.
E é ele que me encanta de fundo enquanto escrevo. Ao vivo e em directo do Rock in Rio Lisboa 2012.
Olhei para ele de repente quando entrou e pensei:  efectivamente a vida passa mesmo. Vivida intensamente ou não, mas passa. 
O senhor tem agora 52 anos e cantou-me Everything I do I do it for you como se ainda estivesse nos fervorosos 36 dos anos 90. Já para não falar do All for Love.
E eu que tenho dito que os 28 anos me têm pesado desde Março a valer. Não minto. De repente tem dias que o tempo anda a correr mais depressa. Depressa demais. E também sou uma saudosista sem precedentes.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

domingo, 5 de fevereiro de 2012

sábado, 17 de dezembro de 2011

Melhor da vida

e o melhor da vida o que é?



É a TAP que me vai levar a casa daqui a nada.
Foram 7 meses com apenas um pequeno fim de semana em Outubro que não deu nem para respirar o ar português.
Desta vez, cheia de livros atrás, vou para casa, estudar ao quentinho de outra lareira, de outras lareiras.